Deixando de lado os absurdos do transporte de São Paulo, e voltando a minha meta em questão, posso dizer que mesmo com o grande tempo ocioso, no curto tempo vago que possuo, comecei a ocupa-lo com livros, o que é excelente para enriquecimento da mente, mas estes logo acabam já que sou uma devoradora nata. quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Fruits Basket
Há momentos na vida que mesmo ela sendo assim tão curta ao mesmo tempo parece ser extremamente longa. 'Atrás do grande tempo ocioso que estou atualmente passando', o que não é inteiramente verdade já que não disponho de muito tempo devido à tarefas fundamentais como: ir trabalhar e após o trabalho dedicar-me aos meus estudos. E é claro, no final do dia tenho a minha merecida cama, mas não antes de enfrentar a sorte com o trem na volta da faculdade(devido a ocasioes em que o destino do trem é alterado e ele não efetua 100% sua rota, fazendo com que nós usuários tenhamos que pegar dois trem em uma única linha para chegar em seu destino).
Deixando de lado os absurdos do transporte de São Paulo, e voltando a minha meta em questão, posso dizer que mesmo com o grande tempo ocioso, no curto tempo vago que possuo, comecei a ocupa-lo com livros, o que é excelente para enriquecimento da mente, mas estes logo acabam já que sou uma devoradora nata. Posso dizer que hà Hobbes que podem ser feitos sem gastar quase nada de seu tempo. Um bom exemplo é quando vou saborear uma taça de sorvete, porém antes de degustar decoro com o pouco de ingredientes que tenho em mãos. Pode-se dizer que é uma boa ideia de descontrair da rotina diarias de nossas vidas!
Deixando de lado os absurdos do transporte de São Paulo, e voltando a minha meta em questão, posso dizer que mesmo com o grande tempo ocioso, no curto tempo vago que possuo, comecei a ocupa-lo com livros, o que é excelente para enriquecimento da mente, mas estes logo acabam já que sou uma devoradora nata. segunda-feira, 30 de agosto de 2010
"Passa Passará, o de Trás Ficará A Porteira está Aberta para Quem Quiser Passar"
Atualmente, o meu vocabulário tem me preocupado, nos últimos 4 anos ou mais tenho lido muito livros modernos e conversado cada vez menos com pessoas velhas(cultas), não necessariamente os mais velhos são cultos, mas normalmente é os que detém de mais conhecimento.
Eh Bien! como diria nosso caro Hercules Poirot (personagem da literatura Estrangeira, criado pela autora Agatha Christie) resolvi, ler mais os clássicos e nada como o velho e bom livro da mamãe para nos ajudar com isso. Não que o livro de Agatha Christie possa se considerar assim tão velho como de Machado de Assis, mas garanto que tem uma dose de cultura inestimável a qualquer vocabulário enfraquecido.
Aproveitando deixo-lhes um link dos maravilhoros livros da autora Agatha Christie:
# http://heitoralves.blogspot.com/2007/04/56-livros-de-agatha-christie-grtis.html
Eh Bien! como diria nosso caro Hercules Poirot (personagem da literatura Estrangeira, criado pela autora Agatha Christie) resolvi, ler mais os clássicos e nada como o velho e bom livro da mamãe para nos ajudar com isso. Não que o livro de Agatha Christie possa se considerar assim tão velho como de Machado de Assis, mas garanto que tem uma dose de cultura inestimável a qualquer vocabulário enfraquecido.
Aproveitando deixo-lhes um link dos maravilhoros livros da autora Agatha Christie:
# http://heitoralves.blogspot.com/2007/04/56-livros-de-agatha-christie-grtis.html
"Você já desejou levar uma pedrada na cara? Eu estou quase chegando lá"
Você já teve aquela vontade de se odiar por não ter agido ou não ter feito o que deveria ser feito? Já desejou levar uma pedrada na cara? Pois bem eu estou quase chegando lá.
Vocês devem se perguntar por qual motivo está garota quer jogar uma pedra na cara, aposto que alguns que lerem isso pensem "se quer jogar uma pedra na própria cara, deixa eu joga?", pois não deixo não!
Eu desejo apenas que "a pedra" seja um "cai na real". Muitas das vezes precisamos disso.
Tudo acontece pelo simples fato de não agir. Eu sei que ficar sentada nada virá e mesmo assim deixo os meus dias passarem, isso me deixa com a cessação de que meu tempo está passando e nada fiz nesta minha vida mediocre.
Quero mudanças na minha vida, mas nem sei por onde começar, pode se dizer que estou sofrendo da síndrome dos "25".
Pois bem lanço-me um desafio, viajar pelo mesmo para fora do estado de São Paulo antes de completar meus "25" e contando de hoje tenho aproximadamente 152 dias.
É um bom tempo para se pensar onde ir, além de um tempo ótimo para fazer um pé de meia. E que a sorte e a perseverança esteja comigo.
Vocês devem se perguntar por qual motivo está garota quer jogar uma pedra na cara, aposto que alguns que lerem isso pensem "se quer jogar uma pedra na própria cara, deixa eu joga?", pois não deixo não!
Eu desejo apenas que "a pedra" seja um "cai na real". Muitas das vezes precisamos disso.
Tudo acontece pelo simples fato de não agir. Eu sei que ficar sentada nada virá e mesmo assim deixo os meus dias passarem, isso me deixa com a cessação de que meu tempo está passando e nada fiz nesta minha vida mediocre.
Quero mudanças na minha vida, mas nem sei por onde começar, pode se dizer que estou sofrendo da síndrome dos "25".
Pois bem lanço-me um desafio, viajar pelo mesmo para fora do estado de São Paulo antes de completar meus "25" e contando de hoje tenho aproximadamente 152 dias.
É um bom tempo para se pensar onde ir, além de um tempo ótimo para fazer um pé de meia. E que a sorte e a perseverança esteja comigo.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Agosto - Florada das cerejeiras
Como nos parques do Japão, os paulistanos tem a chance de observar a florada das cerejeiras em São Paulo.
O Parque do Carmo, situado na zona leste da cidade, tem cerca de 1000 árvores, plantadas há 34 anos, com mudas que vieram do Japão. No Japão, cada árvore costuma viver até 100 anos. No Brasil, os especialistas calculam que elas não devem passar dos 50 anos.
As flores da Sakura funcionam como uma espécie de radar das estações. A florada acontece entre o inverno e a primavera e anuncia o fim e o começo de uma nova estação. A cerejeira é árvore símbolo do Japão e é também associada à felicidade. Nos casamentos, é comum que os noivos tomem um chá com pétalas das flores da sakura. Segundo a tradição japonesa, o chá chamado sakaruayu, traz felicidade aos noivos.
No bosque também é possível observar árvores como ipês branco e roxo, pinheiros japoneses, azaléias e a quase extinta meta-sekoia, espécie do Japão que foi considerada extinta e reapareceu na China, sendo levada depois a várias partes do mundo, inclusive ao Brasil.
Local: Parque do Carmo
Endereço: Endereço: Av. Afonso Sampaio e Souza, 951 - Itaquera
Horário: das 8h às 17h de Sábado à Domingo
O Parque do Carmo, situado na zona leste da cidade, tem cerca de 1000 árvores, plantadas há 34 anos, com mudas que vieram do Japão. No Japão, cada árvore costuma viver até 100 anos. No Brasil, os especialistas calculam que elas não devem passar dos 50 anos.
As flores da Sakura funcionam como uma espécie de radar das estações. A florada acontece entre o inverno e a primavera e anuncia o fim e o começo de uma nova estação. A cerejeira é árvore símbolo do Japão e é também associada à felicidade. Nos casamentos, é comum que os noivos tomem um chá com pétalas das flores da sakura. Segundo a tradição japonesa, o chá chamado sakaruayu, traz felicidade aos noivos.
No bosque também é possível observar árvores como ipês branco e roxo, pinheiros japoneses, azaléias e a quase extinta meta-sekoia, espécie do Japão que foi considerada extinta e reapareceu na China, sendo levada depois a várias partes do mundo, inclusive ao Brasil.
Local: Parque do Carmo
Endereço: Endereço: Av. Afonso Sampaio e Souza, 951 - Itaquera
Horário: das 8h às 17h de Sábado à Domingo
sábado, 24 de julho de 2010
Obentô, a marmita japonesa
Prática refeição está presente em muitas atividades do cotidiano dos japoneses
Desde a Era Kofun (séc. IV d.C.), os viajantes e os agricultores que saíam para trabalhar levavam consigo um alimento portátil que recebia o nome de hoshii. O hoshii consistia em arroz integral ou arroz branco cozido ou no vapor e posto ao sol para secar. Após este processo, o arroz transformava-se num alimento não perecível, de fácil transporte. Na hora das refeições, bastava mergulhar este arroz seco em um pouco de água que ele amolecia e estava pronto para ser consumido. Não havendo água, era só mastigá-lo diversas vezes para torná-lo comestível.
O hoshii era embrulhado em folhas que possuíam poder desinfetante, juntamente com alguns frutos e peixes secos.
O obentô bako (caixa para obentô) surgiu na Era Azuchi Momoyama (1573~1598). Os senhores feudais e as famílias poderosas desta época levavam o obentô para consumi-lo durante a apreciação das flores de cerejeira (hanami), ou das folhas das árvores no outono (momiji). Esse obentô era disposto num riquíssimo conjunto de peças que incluíam o jubako (conjunto de caixas de laca pintadas com esmero), ozen (tabuleiro com pernas que servia como mesinhas individuais), obon (bandejas), owan (tigelas) e porta hashi (par de palitos). Este obentô ficou conhecido como yusanbentô.
Um exemplo de obentô simples é o koshibentô, que recebe este nome por ser transportado na região lombar (koshi) do corpo humano. Este koshibentô é um punhado de arroz embrulhado em kouri (obentô bako feito de casca de bambu ou de galhos de salgueiro trançado). Este era embrulhado num furoshiki (pano quadrado próprio para embrulhar) e preso aos ombros ou à região lombar. Dizem que este é o início do famoso ekiben (obentô vendido nas estações de trem para ser consumido durante a viagem), que surgiu na Era Meiji, junto com a implantação da rede ferroviária (1872). Inicialmente, era composto por onigiri recheado com umeboshi (ameixa azeda em conserva) e takuan (conserva de nabo). Atualmente, o ekiben é preparado com ingredientes típicos de cada região.
Na Era Edo (1600~1867), o obentô popularizou-se. O obentô bako feito de cedro e hinoki (cipreste japonês) chamados de magemono e os kouri foram amplamente usados. O obentô das camadas populares consistia geralmente em onigiri recheado com umeboshi.
No mesmo período, surgiu o makunouchi (literalmente, intervalo entre atos de uma peça teatral). Os espectadores de teatro levavam este obentô – composto de onigiri (bolinho de arroz), omelete, legumes cozidos, todos dispostos dentro do jubako – para consumi-lo nos intervalos das apresentações. O costume de comer obentô nos intervalos de peças teatrais ainda acontece hoje, principalmente nas apresentações de kabuki.
Na Era Showa (1926~1989), surgiram os obentô bako feitos de alumínio. Em seguida, surgiram os de plástico. Resistentes e leves, com cores e formatos diferentes, eles impedem o vazamento de caldos e ainda podem ser levados ao microondas.
Fonte: http://www.nippobrasil.com.br/zz_historia/culinaria/301.shtml
Desde a Era Kofun (séc. IV d.C.), os viajantes e os agricultores que saíam para trabalhar levavam consigo um alimento portátil que recebia o nome de hoshii. O hoshii consistia em arroz integral ou arroz branco cozido ou no vapor e posto ao sol para secar. Após este processo, o arroz transformava-se num alimento não perecível, de fácil transporte. Na hora das refeições, bastava mergulhar este arroz seco em um pouco de água que ele amolecia e estava pronto para ser consumido. Não havendo água, era só mastigá-lo diversas vezes para torná-lo comestível.
O hoshii era embrulhado em folhas que possuíam poder desinfetante, juntamente com alguns frutos e peixes secos.
O obentô bako (caixa para obentô) surgiu na Era Azuchi Momoyama (1573~1598). Os senhores feudais e as famílias poderosas desta época levavam o obentô para consumi-lo durante a apreciação das flores de cerejeira (hanami), ou das folhas das árvores no outono (momiji). Esse obentô era disposto num riquíssimo conjunto de peças que incluíam o jubako (conjunto de caixas de laca pintadas com esmero), ozen (tabuleiro com pernas que servia como mesinhas individuais), obon (bandejas), owan (tigelas) e porta hashi (par de palitos). Este obentô ficou conhecido como yusanbentô.
Um exemplo de obentô simples é o koshibentô, que recebe este nome por ser transportado na região lombar (koshi) do corpo humano. Este koshibentô é um punhado de arroz embrulhado em kouri (obentô bako feito de casca de bambu ou de galhos de salgueiro trançado). Este era embrulhado num furoshiki (pano quadrado próprio para embrulhar) e preso aos ombros ou à região lombar. Dizem que este é o início do famoso ekiben (obentô vendido nas estações de trem para ser consumido durante a viagem), que surgiu na Era Meiji, junto com a implantação da rede ferroviária (1872). Inicialmente, era composto por onigiri recheado com umeboshi (ameixa azeda em conserva) e takuan (conserva de nabo). Atualmente, o ekiben é preparado com ingredientes típicos de cada região.
Na Era Edo (1600~1867), o obentô popularizou-se. O obentô bako feito de cedro e hinoki (cipreste japonês) chamados de magemono e os kouri foram amplamente usados. O obentô das camadas populares consistia geralmente em onigiri recheado com umeboshi.
No mesmo período, surgiu o makunouchi (literalmente, intervalo entre atos de uma peça teatral). Os espectadores de teatro levavam este obentô – composto de onigiri (bolinho de arroz), omelete, legumes cozidos, todos dispostos dentro do jubako – para consumi-lo nos intervalos das apresentações. O costume de comer obentô nos intervalos de peças teatrais ainda acontece hoje, principalmente nas apresentações de kabuki.
Na Era Showa (1926~1989), surgiram os obentô bako feitos de alumínio. Em seguida, surgiram os de plástico. Resistentes e leves, com cores e formatos diferentes, eles impedem o vazamento de caldos e ainda podem ser levados ao microondas.
Fonte: http://www.nippobrasil.com.br/zz_historia/culinaria/301.shtml
terça-feira, 20 de julho de 2010
Dia do Amigo...
Amizade
Afinal o que é amizade?
Amigo é aquele que te apoia,
aquele que te chateia,
achando que com isso está te ajudando!
Amigo é ter inveja de te dividir,
é rir e chorar.
Amigo é aquele que mesmo deixando de ser seu melhor amigo,
zela por você assim de modo tão distante.
Um amigo é um pai,
é uma mãe, é um irmão,
mesmo que estes não sejam de seu sangue,
mas sim de coração ;)
Feliz Dia do Amigo!! 20/07/2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Mas mesmo com a chuva, um final de semana não deve ser desperdiçado, há várias opções de passeios mesmo em dia chuvoso (mesmo que tenhamos um pouco de transtornos com abre e fecha de guarda-chuvas, rsrs).
Para os apaixonados nada como o velho cinema e um balde de pipoca com muita manteiga em cima! (adeus a dieta, rsrs)
Para os amigos porque não ir em uma cafeteira jogar conversa fora enquanto toma um maravilhoso capuccino!





